Lembra do Mateus Mechior, da versão engenharia do seu foda? Pois é, ele também fez uma música bem legal, com um crítica violenta ao sistema, vale a pena escutar:
Dixavar nossas ideias diagramadas num mosaico
Transformar nosso redor num estilo cabalístico
Mas sempre prosperando nesse pensamento místico
Paralelo arquivado sempre em prol da união
A porra da liberdade é uma forma de expressão
Aí nação, sempre em frente, humildade e respeito
Por que limitam isso se do povo é um direito?
Eu não traço metas para alguém me impedir
Tento sempre, tento o certo pra minha vida progredir
E a sociedade não pode ficar parada
Vou à luta, eu me esforço, mas parece estagnada
Inerte, inerente, algo fora do normal
Infelizmente o cidadão pro governo é um animal
Maior egocentrismo, bem fechados para a crítica
Não sei como eles conseguem chamar isso de política
Cadê a democracia lá da Constituição
Desvio de verba, altos impostos movem a corrupção
Malandragem, safadeza, aderem à sonegação
E o pior vem daqueles que apóiam a segregação
Refrão:
Me explica como a gente vai pra frente desse jeito
Genocídio, violência, sem falar no preconceito
Querem progredir na economia, mas assim
Como evoluir se a educação é tão ruim
Dizem que a educação é provinda de berço
Aposto que eles nem sabem quantos pai-nosso tem num terço
Vai lá classe-A, vê se aprende a rezar
Ou faça algo produtivo pra esse mundo melhorar
Dinheiro sujo ele faz alguma coisa pra limpar
Ilhas Cayman, Suiça, ele só quer se salvar
Aonde foram parar os valores morais
Cadê a ética que era tão presente um tempo atrás
Acho que esqueceram de aprender uma disciplina
Tá faltando a verdade mesclada com a doutrina
Me mostra o apoio necessário todo ano
Enquanto só se importam com dinheiro norte-americano
Olhe à sua volta, veja a situação
Vocês não eram os tais formadores de opinião
Hipócritas corruptos, só querem audiência
E a justiça ta longe de alcançar a sua essência
Criam zonas de influência para serem idolatrados
Bom seria um lugar onde todos são bem tratados
Acontece que um dia a casa cai, é sempre assim
Ninguém mais é explorado, seu reinado chega ao fim
Refrão
Totalitário de um lado, autoritário de outro
Mais uma vez é o poder concentrado na mão de poucos
Parece a ditadura, sem a parte militar
Uma enorme repressão fazendo o povo se matar
Sem dignidade, a paciência acabou
E o que falta pra ir embora é a esperança que restou
Pra eles é fácil, todo mundo revoltado
Pois só se beneficiam de leis dentro do senado
Aumento da ignorância, destruição em massa
Cadê o fim desse período que parece que não passa
Em meio a essa loucura eu quero me libertar
Fechar os olhos, esquecer da correria e descansar
































